quinta-feira, 23 de julho de 2009

"Todos nós já tivemos a chance de amar.
Alguns, uma única vez, mas a maioria de nós teve várias oportunidades, diversos amores. Amores curtos, mas inesquecíveis.
Amores que terminaram, mas que geraram filhos.
Amores que naufragaram, mas que nos amadureceram.
Amores duradouros que ainda não acabaram.
Todos eles nos incentivando a continuar a tentar, porque de amar ninguém desiste.
O desprestígio do amor talvez venha da pressa de viver, da urgência dos dias, da necessidade de “aproveitarmos” cada instante: é como se o amor fosse um impedimento para o prazer. Francamente, o que se aproveita,de fato, quando não se sente coisa alguma?
A resposta é: coisa alguma.
Do que se conclui que o amor nunca será cafona, pois nada é mais revolucionário e poderoso do que o que a gente sente.
Nada. Nem mesmo o que a gente pensa..."

1 comentários:

Pâmela Rodrigues disse...

Precisava definitivamente ler algo desse tipo hoje. Belo texto, só não entendi se é seu mesmo, ou da MArtha Medeiros.
Abraço.

Opa... preciso me apresentar. Sou blogueira antiga, mas fiquei muito tempo longe dos blogs. Tô voltando agora... novo espaço, casa nova e encontrando outros blogueiros també.
Não se preocupe, não sou uma caçadora de "coments".